Os medicamentos genéricos estão no mercado brasileiro há mais de 20 anos e representam um dos maiores avanços no acesso à saúde no país. Mesmo assim, muitas pessoas ainda têm dúvidas e resistem a usá-los, acreditando que são menos eficazes que os medicamentos de marca.
Mas será que essa percepção faz sentido? Vamos esclarecer alguns dos principais mitos e verdades sobre os genéricos e entender como eles contribuem para o bem-estar e o acesso à saúde.
Mito.
Os genéricos têm a mesma fórmula, dose, segurança e eficácia dos medicamentos de referência. A diferença está apenas no nome e no preço, já que não carregam custos com pesquisa e marketing.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) exige que cada genérico comprove sua bioequivalência, ou seja, que produza o mesmo efeito no organismo que o medicamento original.
Mito.
O preço menor não tem relação com a qualidade, e sim com o custo de desenvolvimento. Como os genéricos são produzidos depois que a patente do medicamento de referência expira, os laboratórios não precisam investir novamente em pesquisas, o que reduz o valor final.
Mito.
Nem todos. Somente medicamentos cujas patentes já expiraram podem ter uma versão genérica. Quando a patente ainda está em vigor, o produto só pode ser vendido pela empresa que o desenvolveu.
Verdade.
Antes de serem liberados, os genéricos passam por testes de qualidade, eficácia e segurança exigidos pela Anvisa. O processo garante que o efeito terapêutico seja idêntico ao do medicamento de marca.
Verdade.
A substituição é segura e reconhecida pela Anvisa. Médicos e farmacêuticos podem indicar a troca, desde que o princípio ativo e a dosagem sejam os mesmos. Isso permite reduzir custos e ampliar o acesso sem comprometer o tratamento.
Verdade.
Os genéricos não têm um nome comercial, apenas o nome do princípio ativo. Por exemplo, em vez de Tylenol, o medicamento é vendido como paracetamol. Isso pode causar confusão, mas também ajuda a educar o paciente sobre o que realmente está tomando.
Verdade.
Desde sua regulamentação em 1999, os genéricos aumentaram o acesso da população a tratamentos contínuos e medicamentos essenciais. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 80% dos brasileiros já utilizaram um genérico pelo menos uma vez.
A desconfiança em relação aos genéricos está mais ligada à percepção cultural do que a fatores técnicos. A marca ainda transmite uma sensação de segurança para muitos consumidores, principalmente entre as gerações mais antigas.
Outro fator é a desinformação. Muitas pessoas não sabem que os genéricos são fiscalizados da mesma forma que os medicamentos de referência e que precisam cumprir os mesmos padrões internacionais de qualidade.
Superar esse tabu é fundamental para ampliar o acesso e reduzir desigualdades no cuidado com a saúde.
Os genéricos transformaram o sistema de saúde brasileiro. Desde que começaram a ser comercializados em 1999, estima-se que mais de R$ 230 bilhões já foram economizados pelos consumidores no país, segundo dados da PróGenéricos.
Essa redução de custos não beneficia apenas os pacientes, mas também as empresas e o próprio sistema público de saúde, que conseguem garantir maior cobertura e continuidade de tratamentos. Para pessoas com doenças crônicas, o genérico representa uma forma concreta de não precisar escolher entre cuidar da saúde e pagar as contas.
As empresas têm um papel estratégico nesse processo. Incluir benefícios que facilitem o acesso a medicamentos genéricos e de referência ajuda colaboradores a manterem seus tratamentos em dia, evitando interrupções por custo ou falta de disponibilidade.
Segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), 51,7% dos brasileiros interrompem o tratamento por não conseguirem arcar com os custos dos medicamentos. Isso impacta diretamente a produtividade e o bem-estar no ambiente corporativo.
Na Omni Saúde, acreditamos que o acesso ao cuidado faz toda a diferença. Nosso benefício de medicamentos foi criado para simplificar a jornada de saúde das empresas e dos colaboradores, com praticidade, transparência e impacto real.
Oferecemos diferentes planos para que cada empresa possa escolher a opção que melhor se adequa à realidade da sua base. São modalidades flexíveis, com cobertura que vai desde medicamentos genéricos até todos os tipos de remédios.
Além disso, a Omni garante:
Cuidar da saúde das pessoas é investir em bem-estar, produtividade e qualidade de vida.
Fontes:


